sábado, 26 de outubro de 2013

Vindimas


Outrora a Terra era farta em vinhas (pelas histórias que contam), grande parte pertencente à família Megre que inclusive mantinham guardas 24 horas por dia em pontos estratégicos  para as guardar. Quando estas atingiam o grau indicado de amadurecimento, procedia-se à sua colheita onde muitos dos residente colaboravam, os tempos foram passando a manutenção não acompanhou, as falhas não foram repostas e agora apenas existem os locais. 
Mas as vindimas continuam a ser feitas na Terra, agora quase todas as famílias têm umas poucas de videiras, o suficiente para produzirem vinho para consumo de casa o ano inteiro, o que perdura mais é a produção de vinho tinto assim sem muita separação/junção de castas e sem muita preocupação do grau de álcool, o importante é ser bom.
É chamado o vinho a martelo mas se pensar-mos bem, são belos vinhos biológicos. 

Registos de 1975 de uma vindima no local dos Cantos.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Festa de São João na Terra

No passado fim de semana comemorou-se o São João na Terra, muita animação e com o Povo a aderir em massa, foi uma festa bonita no qual a Comissão de Festa de S. Marcos '14 se orgulha e agradece a todos que a tornaram possível.
Para os que não puderam estar presentes fica aqui um cheirinho do que se passou.













Bem haja à equipa dos Bombeiros pela colaboração e disponibilidade.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Antigo forno existente na Terra

Este é o forno mais antigo que ainda se encontra intacto na Terra, datado em 1857 propriedade actual do Sr. José Dias que teve a gentiliza de abrir a porta para que pudesse fazer alguns registos.
Segundo informação do próprio, o forno pertencia ao seu avo que o herdou de um homem sem filhos, homem este que não soube me dizer o nome.

Anteriormente, no batorel que dá vista para o forno, já a Ti Carminda me tinha feito uma visita guiada no tempo, foi-me explicando o seu funcionamento provavelmente este foi o primeiro forno da Aldeia, segundo diz, pertencia a uma família de seu nome Morgado que cobrava a “Poia” por cada pessoa que ali ia cozer. 

Tudo estava ao dispor da população desde a lenha para acender e manter a temperatura ideal até ao forno. A responsabilidade de metida e tirada do pão era do proprietário, neste caso da senhora do Srº Morgado. 

À entrada para propriedade onde se encontrava o forno dava também acesso a um antigo lagar de azeite que foi destruído quando a construção do Centro de Dia agora existente, um dos vestígios disso são as mós que provavelmente pertenciam ao lagar que se encontram agora no chão da propriedade.

Na propriedade também se encontra um poço que segundo diz a Ti Carminda era muito abundante em Água, e em alturas de mais dificuldade no Verão, a Família Morgado cedia água aos habitantes da Aldeia que mais necessitavam.


Infelizmente não tenho muito mais informação deste forno que teve uma importância ímpar em outros tempos na Terra.
Fica o registo de como se encontra actualmente.




domingo, 16 de junho de 2013

S. João 2013 na Terra


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cartaz S. Marcos 2013


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Resposta do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território

Já anteriormente aqui foi referido pedido de informações sobre o mau funcionamento da Etar enviado pelo grupo parlamentar "Os Verdes" ao Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.


Fica agora resposta do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território às referidas perguntas.

domingo, 9 de dezembro de 2012

O madeiro já se encontra no adro da igreja

Ao dia e hora habitual lá chegou o madeiro ao adro da igreja, com mais ou menos dificuldades a tradição vai-se mantendo e é assim que deve continuar, o madeiro faz parte do património cultural da Terra e cabe a todos tentar preservar o nosso património. 
O madeiro de Águas é muito mais que um monte de lenha prova disso são os registos que aqui ficam.




"Somos a força do querer e da paixão"